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Barcos e flores de gente

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Corri e andei. Procurei em lugares estranhos por coisas que não sei bem o que eram; talvez todas fossem você. À beira do precipício, meu corpo enfrentando o mar, seu barco me encontrou. O mesmo barco de sempre, remando em novos mares. Talvez também estava perdido – ou estava ali para encontrar?

Seus braços me alcançam e eu vou no escuro… Sem medo de tropeçar, vendo mais do que se quisesse ver. Não preciso de luz, ele já é a luz; suave, nada incômoda, quente. Quente como o sol que é para mim.

Sente-se ao meu lado. Sente-se no trono que fiz, das pétalas de minhas próprias flores. Quanto tempo tomou para ficar pronto, e agora que está, é só seu. Sente-se, deixa-me ouvir sua voz… O amanhã não existe, até onde sei. Ontem está tão longe que não lembro mais. Só há você e eu, o silêncio e o escuro, e as cores do nosso amor.

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Sobre Carol S.

Pensei em coisas que poderia dizer sobre mim. (Só pensei, mesmo...)

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